Resenha Grau A
O que é virtual?
Nos textos é possível identificar elementos da criação e influência do meio digital, bem como a linguagem usada por este meio tão complexo. Steven Johnson, fala de quando iniciou com o computador e a ferramenta textual que no inicio o deixava assustado. Para Johnson, tal ferramenta se tornou fundamental para a vida das pessoas, que por mais bitoladas que sejam necessariamente tem que dominar esta maquina tão complexa, assustadora e também muito útil.
John fala de softwares que prometem investigar o conteúdo de arquivos, facilitando na busca de documentos. Também ressalta que os computadores são números, e textos, e que esta junção já ajudou a desvendar casos impossíveis para um ser humano. O autor traça um paralelo dos seus tempos de criança e o seu medo de usar o processador de texto, que hoje e substituído pela necessidade da ferramenta. Ele também defende que antes tudo era muito estranho e complexo e hoje virou uma paixão e mania nacional.
O uso destes meios mudou por completo a nossa vida, hoje tem pessoas que quando vêem um papel e uma caneta se apavoram e não acaba escrevendo e nem pensando nada. Nos acostumamos com este aparelho tão necessário e fundamental. O computador influência nossos pensamentos e atitudes nos tornando dependentes dele.
O autor mostra que a qualidade de execução de uma tarefa antes feita com papel e caneta, é afetada, pois com o uso destes meios tudo fica mais fácil e acessível. Ele também acredita que a nossa criação fica dependente da tela, bem como de todos os outros artifícios da computação. O processo de organização é mais fácil, também o fato de poder apagar e reorganizar o pensamento sem erros e rabiscos, antes está maravilha era chamada de bicho de sete cabeças.
Pierre Levy, em contra ponto faz um alerta aos usuários do processador de texto, para irem alem da superficialidade da leitura. Ou seja, ele faz ligações entre outras áreas, se mistura som, imagens, animações e ainda informações o que se torna cada vez mais atraente. Ao mesmo tempo em que expõe suas opiniões ele não faz uma critica a estes textos mais elaborados e enfeitados, ele apenas defende a ligação deste conjunto de coisas e o próprio conteúdo.
Neste conjunto de manter relações bem como disse Levy, a informática e o uso dela, é uma maquina de leitura, onde a informação esta acoplada e disponível a quem se interessar e isso acontece por uma seleção. O autor também acredita que os hipertextos, hipermídia ou multimídia são um processo artificial da leitura
Podemos dizer que atualmente é necessário e primordial termos conhecimento desta era digital que se renova a cada dia. Mas também é preciso que desenvolvamos técnicas para lidar com tantas novidades que crresce cada vez mais.
Grau A
Página Protopage
By Renata Germano
Festa 100 dias Jornalismo - Unisinos

Tá chegando a hora!!!! HUAHUAHUAHUAHAUA
Tá muitoooo boa a festinha....
Valeu GALERA
Semelhanças - Internacional
Nos quatro sites o título sobre a morte da brasileira na Cisjordânia foram diferentes, umas mais chamativas e informativas e outras mais comuns. Os quatro sites utilizaram fotos da vitima, dois sites usaram a mesma foto e os outros dois usaram fotos distintas.
A
folha foi a mais apelativa, pois ao invés de mostrar a fotografia de Helena, mostrou a foto de como ficou o veículo após o acidente. O que no caso chama mais a atenção. O
globo também utilizou uma foto à mais, mostrou um retrato do terrorista que pode ter planejado o atentado. O
terra, se deteve em mostrar somente a foto da vítima e usou um texto curto.
O site
IG apenas apresenta uma pequena manchete e logo abaixo aparece o link da
BBC, que remete a notícia, porém no site da BBC. O que de certa forma, faz com que os dois sites sejam visitados, ao invés de um, como nos outros 3 sites analisados.
A BBC por sua vez, mostra a foto do carro em chamas, e também acrescenta um link que remete a outras fotos do mesmo atentado. E mais abaixo, aparece em um mapa à localização da Cisjordânia.
Hoje eu tô revoltada.... Nem me olhem!!!!
Modelos inovadores
Os iPod cresceram tanto no
mercado americano e europeu, que seus designers se obrigaram a criar novos modelos e formatos do produto. A mania nacional que tomou conta dos brasileiros agora conta com novas versões e modelos que se adaptam com o estilo de cada consumidor.
O iPod nano é tão fino quanto um lápis, com um design pequeno e compacto, que possibilita para o usuário leva-lo em lugares que jamais imaginou. Já o modelo shuffle, possibilita que o consumidor troque suas músicas, todo o momento que conectar um cabo de USB no iPod e no seu computador. Isso faz com que você ouça diferentes seqüências toda vez que desejar, podendo ser baixado 240 músicas. Outro e inovador modelo feito para os fãs do U2 Special Edition, ele vem autografado pelos componentes da banda e ainda com 400 faixas do U2 e para a surpresa dos fãs inclui também, 25 faixas nunca gravadas pela banda.
E o mais inovador e completo modelo é o Hi-Fi , um tipo de microsystem com amplificador e caixas acústicas. Steve Jobs, da Apple,empresa que fabrita os iPod, justificou o lançamento do novo aparelho dizendo que, enquanto cerca de 40% de todos os automóveis vendidos atualmente oferecem conectividade com o iPod como recurso opcional, os equipamentos domésticos de som não têm a mesma facilidade. O que mais falta esta gente inventar.
iPod, prazer de poucos
A sensação do momento são os iPod, um novo jeito de se ouvir músicas. O que mais está fascinado os novos e futuros usuários, é a possibilidade de armazenar mais de mil músicas em mp3, em um pequeno e compacto aparelho. E não para por aí, também é possível ouvir as suas estações de rádio favoritas, bem como serve de gravador de voz. Fantástico, realmente é a maior revolução tecnológica deste século.
Os antigos e “ultrapassados “
walkman, que surgiram na década de 80, e foram, também uma sensação, perderam sua preferência, dando espaço para o iPod. O novo brinquedinho, com capacidade de três, quatro, oito giga de memória, permite que você escute a sua música predileta a hora que quiser, sem precisar carregas as pré históricas fitas cassetes ou cd de diskman, que são relativamente grandes para ficar carregando à todo momento.
Aqui no Brasil, o iPod, como tantos outros aparelhos eletrônicos que surgem, é símbolo de status. O que não deixa de ser uma verdade. Por ser uma novidade, custa caro, o que acaba sendo um prazer de poucos. Mas o que realmente importa é que a tecnologia cada vez avança mais, e os seus benefícios melhoram a vida dos consumidores, pena que ainda exista tanta diferença de classes.
Betina!!!
Eu sou a coisa mais linda da minha mamãe... auAUauAuau!!!
Boas vindas!!!!
Demorou mais saiu.... huahauahHUAHAUAHhauahahua!
Aproveitem...
... E se deliciem!!!!
hehehehehehehehe
Bjokas!!!